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Atendimento a distância

Você não precisa estar em São Paulo para começar.

Boa parte de quem procura este hospital mora longe dele — em outro estado, ou em outro país da América Latina onde a medicina canabinoide ainda não tem para onde encaminhar. A distância não deveria decidir quem recebe uma segunda opinião.

Como está hojeA linha de atendimento a distância está montada: protocolo, corpo clínico por especialidade, prontuário único e registro de desfecho. A agenda aberta ao público e os valores entram quando o credenciamento estiver concluído — e não anunciamos data antes disso.
Como você chega

Três portas para a mesma consulta.

Quem não tem plano de saúde costuma ter duas opções: a fila do posto ou pagar do próprio bolso um preço que não cabe. A teleconsulta abre uma terceira — e ela chega por onde a pessoa já passa: numa cabine no shopping ou na faculdade, num centro de atendimento, ou no aparelho que ela já tem na mão.

Três portas levam à mesma consulta e ao mesmo prontuário A cabine de autoatendimento, o centro de atendimento e o aplicativo conduzem à mesma triagem, à mesma consulta com especialista e a um único prontuário, que fica com o paciente. Cabine de autoatendimento shopping · faculdade · empresa Centro de atendimento unidade parceira Aplicativo ou computador de casa, do trabalho, de onde estiver Triagem classificação de risco Consulta especialista da área, com CRM Um prontuário com selo de integridade
Entrar pela cabine, pelo centro de atendimento, pelo aplicativo ou pelo computador muda só o começo. A triagem, o especialista e o registro são os mesmos — e o prontuário é seu.

Cabine de autoatendimento

Centros comerciais, faculdades, empresas e pontos de grande circulação

Uma cabine fechada, com tela, câmera e os equipamentos de aferição básica. A pessoa entra, faz a triagem, mede o que dá para medir ali e sai com a consulta encaminhada. É o modelo que já roda em escala na China; aqui ele entra como porta de acesso para quem não tem plano.

Não é pronto-socorro e não faz exame de imagem. Se a triagem indicar urgência, a cabine interrompe e manda para o serviço de emergência.

Centro de atendimento

Unidades parceiras e o próprio hospital

Para quem prefere gente na frente. Mesma triagem, mesma fila, mesmo prontuário — com alguém do lado para ajudar a usar.

Depende de convênio assinado com a unidade parceira.

Pelo aplicativo ou pelo computador

De casa, do trabalho, de qualquer lugar com internet

No celular, pelo aplicativo do hospital, ou no computador pelo navegador — sem instalar nada. É a mesma consulta, com o mesmo especialista e o mesmo prontuário das outras duas portas.

Exige câmera e microfone. Sem eles a consulta acontece; o registro da conversa, não.

Quatro formatos

Nem todo mundo precisa da mesma coisa.

Quem mora em Fortaleza e quer começar um tratamento não precisa do mesmo serviço que quem está em Bogotá com um diagnóstico fechado e um "não há mais o que fazer" nas costas. E o médico que conduz o caso do próprio paciente precisa de outra coisa ainda.

Teleconsulta

Brasil inteiro

Consulta por vídeo com um especialista do corpo clínico, com prontuário aberto no mesmo sistema de quem é atendido presencialmente.

Serve para primeira avaliação, retorno e ajuste de dose. O médico vê o que o paciente já tomou, o que respondeu e o que não respondeu — porque o registro é o mesmo do atendimento presencial, não um caderno à parte.

Você recebe: Consulta por vídeo + registro em prontuário + prescrição quando indicada

Segunda Opinião Internacional

América Latina e demais países

O paciente envia exames e laudos, o caso é lido pelo especialista da área e o parecer volta como relatório escrito.

Desenhado para quem já tem diagnóstico fechado e ouviu que não há mais alternativa terapêutica. O relatório diz o que a nossa leitura confirma, o que ela questiona e o que faríamos diferente — inclusive quando a resposta é que o tratamento em curso está correto e não há o que mudar.

Você recebe: Relatório escrito assinado + videochamada de devolutiva (opcional)

Acompanhamento à distância

Pacientes em titulação

As semanas seguintes à prescrição, que são onde o tratamento canabinoide se firma ou se perde.

Titulação de dose é feita de ajuste em ajuste, e quase sempre o paciente está em casa quando o efeito aparece. Retornos curtos e frequentes por vídeo resolvem o que uma consulta presencial a cada dois meses não alcança.

Você recebe: Retornos curtos programados + registro de desfecho

Interconsulta entre médicos

Médicos, cirurgiões e serviços hospitalares

O colega que está conduzindo o caso discute a conduta com quem já conduziu casos parecidos — na prescrição canabinoide e na mesa cirúrgica.

O paciente continua com o médico dele. Nós entramos como referência técnica em duas frentes: na indicação canabinoide — razão CBD:THC, dose inicial, manejo de efeito adverso — e em cabeça e pescoço, onde a conversa é sobre estadiamento, via de acesso e planejamento de reconstrução. É o formato que mais escala: um médico formado atende centenas de pacientes que nunca vão pisar aqui.

Você recebe: Discussão de caso por vídeo + parecer técnico por escrito

O caminho

Cinco passos, e você sabe onde está em cada um.

1

Você conta o caso

Formulário com histórico, diagnóstico, tratamentos já tentados e o que mais incomoda hoje. Sem jargão obrigatório.

2

A equipe organiza

Alguém do hospital confere se faltam exames, laudos ou relatórios, e diz exatamente o que pedir ao seu médico atual.

3

O especialista lê

O caso vai para o médico da área — neurologia, dor, oncologia, psiquiatria — não para um generalista de plantão.

4

Você recebe o parecer

Relatório escrito, em linguagem que dá para levar ao seu médico. Com videochamada de devolutiva quando fizer diferença.

5

E continua acompanhado

Se o tratamento começar, os retornos seguem por vídeo. Se for caso de vir a São Paulo, dizemos por quê e o que muda.

A fronteira

Nunca foi só a distância.

Em boa parte do continente, quem poderia se beneficiar de um tratamento canabinoide esbarra na mesma parede: não existe médico formado na cidade dele, e não existe hospital que assuma o caso quando ele sai do ambulatorial. A pessoa escolhe entre atravessar uma fronteira sem garantia nenhuma e desistir.

Um caso raro pode ter sido descrito, estudado e tratado em outro país há cinco anos — e não chegar até aqui porque está escrito em outra língua, numa revista que ninguém do serviço lê. Não é falta de ciência: é falta de tradução.

A tradução simultânea põe médico e paciente conversando cada um na sua língua, e serve para os dois lados: a consulta com quem mora longe, e o seminário clínico em que um especialista de fora discute o caso com a equipe daqui.

Onde isto paraA leitura do especialista estrangeiro NÃO é laudo. É segunda opinião: traz base para o médico local considerar caminhos que talvez não estivessem na mesa. Quem assina a conduta é sempre o profissional com registro no país do paciente.
Idiomas de atendimentoPortuguês · Espanhol · Inglês. Em confirmação com o corpo clínico — só anunciamos o idioma em que houver médico capaz de conduzir a consulta inteira nele.
O dado

O prontuário é do paciente.

Um laudo vale pelo que se pode conferir nele. Por isso cada documento sai daqui com assinatura de integridade, e o paciente decide quem enxerga o quê — como já acontece no sistema financeiro, e ainda quase não acontece em saúde.

em operação

Selo de integridade em cada laudo

Cada laudo recebe uma impressão digital criptográfica do próprio conteúdo. Alterar uma vírgula muda a impressão, e a alteração fica visível. Isso já funciona.

na rede BTZCHAIN

Registro em livro-razão distribuído

A impressão digital de cada laudo é ancorada em livro-razão distribuído: registro que só cresce e não se reescreve. Quem precisar conferir se um laudo foi alterado não depende da nossa palavra — confere na rede.

na rede BTZCHAIN

Proteção pós-quântica

A rede BTZCHAIN, onde os registros são ancorados, opera com camadas de proteção pós-quântica — algoritmos desenhados para resistir a computadores quânticos que ainda não existem, mas que decifrariam no futuro o que for interceptado hoje. Para prontuário, que precisa durar décadas, isso não é excesso: é a única forma de o sigilo de hoje continuar valendo em 2050.

vale hoje

A IA aprende com o dado; ela não é dona dele

O que o assistente faz é organizar informação para o médico humano decidir melhor. Nenhum registro identificável vai para rede pública, e nenhum caso vira pesquisa sem comitê de ética e consentimento específico.

Para o sistema

Um paciente triado chega diferente.

Quem chega ao hospital sem triagem chega com uma queixa. Quem chega triado chega com histórico, sintomas descritos, hipóteses levantadas e classificação de risco — e o médico começa da segunda página, não da primeira. Isso não substitui emergência nem internação: encurta o caminho de quem não precisava ter esperado tanto.

Ainda não medimos essa diferença na nossa própria operação. Quando medirmos, publicamos o número com o método ao lado.

Limites

O que a tela não faz.

  • Telemedicina não substitui exame físico. Quando o caso exigir presença, dizemos — e não vendemos uma consulta por vídeo no lugar.
  • Toda teleconsulta é conduzida por médico com CRM ativo, sob a Resolução CFM 2.314/2022, e fica registrada em prontuário.
  • Prescrição de canabinoide a distância obedece exatamente às mesmas exigências da presencial. A tela não flexibiliza nada.
  • Emergência não se resolve por vídeo. Este hospital não opera pronto-socorro; em emergência, procure o serviço de urgência mais próximo ou ligue 192.