Neurologia
14 condições da base
especialista a definir
Um concorrente consegue alugar um prédio, comprar um tomógrafo e imitar uma marca. O que ele não consegue é convencer os melhores de cada área a assinar embaixo do mesmo protocolo.
O atendimento é organizado por especialidade, e cada uma responde pelas condições da sua área dentro da base do hospital. Quem responde por uma especialidade responde pelo protocolo dela — e pelo que sai do centro de especialização sobre aquele assunto.
Estas dez são as linhas de atendimento. As cadeiras são outra coisa: são os assentos do conselho, e delas há quarenta e duas.
14 condições da base
especialista a definir
14 condições da base
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17 condições da base
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12 condições da base
especialista a definir
8 condições da base
especialista a definir
7 condições da base
especialista a definir
19 condições da base
especialista a definir
Centro Cirúrgico
especialista a definir
Ala Canabinoide
especialista a definir
91 condições da base
especialista a definir
Uma cadeira no conselho não é um cargo honorário nem um selo no site. É voto sobre onde o hospital abre a próxima área, que patologia entra na base, e o que o método aceita como evidência. Quem senta ali responde pela autoridade da casa na sua especialidade.
6 cadeiras
6 cadeiras
5 cadeiras
5 cadeiras
4 cadeiras
3 cadeiras
2 cadeiras
Responde pela cabeça e pescoço e pelo que mais se opera aqui.
Responde pelo 6º andar e pelo protocolo hospitalar de THC.
Responde pelas três portas de acesso e pela classificação de risco.
Responde pelas trilhas, pelo workshop cirúrgico e pela agenda de pesquisa.
Qual especialidade o hospital abre, em que ordem, e com que corpo clínico mínimo.
O que passa a constar das condições atendidas, e com que nível de evidência declarado.
Que fonte vale, que estudo entra, e quando uma condição sobe ou desce de nível de evidência.
Onde a operação se repete e sob que padrão — o modelo é replicável porque o que se replica é o protocolo, não o imóvel.
Quem entra nas cadeiras seguintes. Conselho que não escolhe os próprios pares não é conselho.
Um conselho que decide expansão precisa de quem sabe expandir. Abrir operação em outro estado é problema jurídico, administrativo e financeiro tanto quanto clínico — e médico nenhum é formado para resolver os três. Estas cadeiras existem para isso, e para abrir espaço a quem acreditou na evolução da medicina antes de ela estar pronta.
ANVISA, CFM e LGPD. Quem lê a norma antes de ela virar problema.
Operação, leito, custo e a engrenagem que faz um hospital funcionar.
Estrutura de capital, precificação e o que sustenta a expansão sem quebrar a operação.
Onde o modelo se repete, com que sócio local e sob que padrão.
Prontuário, integridade do registro, IA de apoio e a arquitetura que o paciente carrega.
Trilhas, workshop cirúrgico e o caminho até certificação reconhecida.
SUS, convênios, associações de pacientes e o poder público.
Quarenta e duas cadeiras são donas do rumo. Onze conduzem o dia a dia. Sem essa separação, toda decisão vira reunião de quarenta e duas pessoas — e reunião de quarenta e duas pessoas não decide, adia.
Reúne a cada trimestre. Aprova contas, elege o conselho executivo, vota nova praça, capital e admissão de cadeira — e pode destituir qualquer cadeira do executivo a qualquer momento, por maioria simples, sem esperar eleição.
Reúne por mês. Conduz o que não pode esperar noventa dias: escala, protocolo, credenciamento, obra, contrato e a agenda cirúrgica. Presta contas à assembleia no trimestre seguinte.
O corpo clínico que atende é maior que o conselho e não tem número fechado: médicos de teleconsulta em todo o Brasil, profissionais de saúde na triagem, e especialistas de outros países na segunda leitura. Nenhum deles precisa de cota para atender aqui, e nenhuma cota compra prioridade de agenda.
Médicos com CRM ativo, de qualquer estado, atendendo pela plataforma.
Profissionais de saúde que conduzem a primeira escuta e a classificação de risco.
Especialistas de fora, que discutem o caso com a equipe daqui. A leitura deles não é laudo: quem assina a conduta é o médico com registro no país do paciente.
Um médico com cadeira no conselho pode ter participação na sociedade proprietária do andar e do centro cirúrgico. Essa participação remunera o imóvel e o equipamento — nunca o encaminhamento e nunca a conduta. São coisas separadas, e a casa mantém a separação por escrito.
Porque médico é pessoa real, com CRM real, e cada nome publicado aqui precisa da autorização por escrito de quem o carrega. Enquanto as cadeiras estão sendo compostas, esta página mostra a estrutura do conselho — não pessoas.
Consultório, exames, centro cirúrgico e internação no mesmo prédio. Você acompanha o seu paciente do diagnóstico à alta sem transferi-lo para outra instituição.
Noventa e uma condições com protocolo, mecanismo e desfecho registrado. No painel médico, com as referências — inclusive o que não publicamos ao público.
A cabine de IA entrega o paciente com sinais vitais e anamnese organizados. A consulta começa na pergunta clínica, não no cadastro.
O 6º andar permite conduzir casos que, fora daqui, ficariam sem alternativa terapêutica.
Quem ocupa cadeira no conselho ensina no centro de especialização — e leva o próprio nome junto com o método.
A IA da Xperienc conecta o caso a médicos no Brasil e fora dele quando a condição pede uma segunda cabeça.